As perguntas nuas

A grande beleza do fim

As perguntas nuas / 16 – Ao fundo da vida, o seu fim, não o negócio por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 21/02/2016 “Além de ser sábio, Qohélet ensinou a ciência ao povo. Estudou, investigou e compôs numerosas sentenças. Qohélet aplicou-se a encontrar sentenças agradáveis ...

A civilização do pão dado

As perguntas nuas / 15 – Viver e dar com gratuidade e gratidão. Assim, nada se perde. por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 14/02/2016 “Valência. Junto à margem da lagoa, caminhava um homem ancião, com um cão talvez ainda mais ancião. Vi-o aproximar-se do bordo da água e t...

A essencial liberdade do manto

As perguntas nuas/14 – Compreender a armadilha das “moscas mortas” e o dom dos “profetas” por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no diaA essencial liberdade do manto 07/02/2016 “Na fundação de uma comunidade há sempre um ponto escuro, escondido, um inconsciente coletivo, que tem a ...

Os elementares refugos do mérito

As perguntas nuas / 13 – Resistir à desvalorização das virtudes não econÔmicas por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 31/01/2016 “Cheio de mérito, mas poeticamente, mora o homem sobre esta terra”. Friedrich Hölderlin A lógica do mérito sempre foi muito poderosa. Nós, seres ...

Sábio é quem não se faz Deus

As perguntas nuas / 12 – Precisamos de uma dupla gratuidade: no dar e no receber por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 24/01/2016 “A sabedoria clama nas ruas, eleva a sua voz nas praças, grita por sobre os muros, faz ouvir sua voz à entrada das portas da cidade”. Livro dos ...

Abençoada a grande desilusão

As perguntas nuas / 11 – É melhor uma verdade amarga que um autoengano doce por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 17/01/2016 “Por vezes Deus mata os amantes porque não quer ser superado no amor”. Alda Merini, A volte Dio A verdade é uma necessidade primária do coração huma...

A pirâmide das vítimas

As perguntas nuas / 10 – Acumular bens não é uma bênção; no trabalho há felicidade por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 10/01/2016 “Quando a Providência dividiu a terra entre os poucos proprietários, não esqueceu nem abandonou os que pareciam ser deixados fora da repartiçã...

A fé não é um negócio

As perguntas nuas / 9 – O horizonte da gratuidade para não reduzir Deus a um feitiço por Luigino Bruni publicato no jornal Avvenire no dia 03/01/2016 “Nasceu em vão quem, tendo o raro privilégio de ter nascido homem, é incapaz de “realizar” Deus nesta vida” Shri Ramakrishna, Alla ricerca di Di...

Dois é melhor que um

As perguntas nuas / 8 – A vida isolada e o seu sal (e salário) não têm sabor por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 27/12/2015 “Na praia dos mundos/ se quebra a ressaca/ antiga e sempre nova/ dos desejos humanos/ que palpitam ao sol/ invocando a vida. … E nós, aqui, a esper...

Está vivo o cansaço da espera

As perguntas nuas / 7 – O Consolador vem no  coração dos sofrimentos por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 20/12/2015 “A segurança da fé não está acessível e não pode ser tornada acessível ao homem de hoje. Se ele leva isto a sério, sabe-o, e não deve absolutamente eng...

Como se vence a morte

As perguntas nuas /6 – A alegria aprende-se (e reaprende-se) vivendo a vida que temos por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 13/12/2015 “Eis a mais grandiosa sequência de verbos no infinito de todas as literaturas. Quando, no nosso agir, estamos debaixo de uma força e uma ur...

Indicar um céu sem ídolos

As perguntas nuas / 5 – A paixão de mostrar o paraíso a quem já não sabe vê-lo por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 06/12/2015 “Sabes o que é a morte?... é um nível. Um rei, um magistrado, um homem importante, entrando nesta porta, deve compreender que perdeu toda a vida e até ...

É triste a segunda felicidade

As perguntas nuas / 4 – A importância de ver e considerar toda a condição humana por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 29/11/2015 “Rapaz brincalhão, / tua doce idade florida / é como um dia cheio de alegria / dia claro, sereno / que precede a festa da tua vida. / Goza, meu ...

A infinita sabedoria dos limites

As perguntas nuas / 3 – Para além da vertigem do apocalipse e dos paraísos artificiais por Luigino Bruni publicado no jornal Avvenire no dia 22/11/2015 “Só os deuses vivem para sempre debaixo do sol. Os dias do homem estão, pelo contrário, contados; qualquer coisa que façam é apenas vento”...